Estamos notando uma coisa comum a todos os mercados no mundo: o excesso de notícias ruins.

As notícias aqui no Brasil não ficaram para trás e foram, no mínimo, ruins em agosto. A começar pela crise política, que está arrastando o país para a lama e que provavelmente resultará na perda do grau de investimento brasileiro. Mais gastos no setor público e uma falta de vontade política enorme para cortar custos faz com que o déficit fique ainda maior. O dólar agradece e já sobe quase 40% esse ano. O ouro segue forte, apesar de todos os relatórios e meios de comunicação atacarem o metal amarelo (o Valor Econômico chegou a dizer que o metal havia perdido seu brilho) e já sobe mais de 30% esse ano.

O PIB brasileiro no segundo trimestre recuou 1,9% em relação ao trimestre anterior, o que caracteriza uma recessão técnica. E as expectativas para o PIB de 2015 e 2016 não param de cair (enquanto as expectativas de inflação não param de subir). O índice de desemprego também subiu assustadoramente.

Na China, o mercado acionário desmoronou, apesar dos esforços do governo para segurá-lo (proibição de vendas a descoberto, compras diretas na Bolsa de Valores, suspensão de IPOs, prisão de vendedores, etc.). Como dissemos na nossa carta de final de ano, não acreditamos que a China esteja crescendo a 7% a.a.; talvez metade disso (e já é muito!!!).

Como amplamente esperado por nós, o QE Europeu não deu em nada! Assim como o japonês! O que nos faz pensar que virá mais QE por aí (claro, já que o remédio não funcionou, vamos aumentar a dose).

Estamos vendo uma miríade de riscos para os mercados e nossa recomendação de compra de ouro vem se provando bem acertada.

Nosso Fundo Multimercado fechou agosto com uma alta de 9,2% e o nosso Fundo de Ações fechou com uma alta de 12,8% (apesar da Bolsa brasileira ter caído 8,3% nesse mesmo período).

 

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