Em meados de novembro do ano passado, pouco mais de uma semana após as eleições americanas, investimos uma pequena parte do portfolio em títulos de dívida soberana do México denominada em peso mexicano. À época, eram fartas as especulações sobre as consequências da eleição de Trump para a economia mexicana. Aproveitamos os preços historicamente baixos e o negativismo que preponderava com relação àquele país para nos posicionar. Essa semana, pouco mais de 3 meses depois, liquidamos a posição e auferimos ganhos de 7% na moeda, de 8,60% no preço do título e 3% de juros acumulados, totalizando quase 20%.
Além do barril de petróleo, a oportunidade é histórica
Neste vídeo, Marcelo López conversa com Fernando Ulrich sobre as teses de investimento em PGMs